Como gostaria
de te arrancar as vestimentas
o laço dos cabelos negros
apalpar-te os seios
morder-te as curvas
e beijar-te as faces.
E não poupar um centímetro de teu corpo
do aperto forte de minha mão
e meticulosamente dedilhar-te
como se dedilha um violão.
Tirar o sorriso de tua boca com um beijo
de teu pescoço à tua bunda
com a selvageria
que o homem branco desconhece.
Delicadamente beliscar-te os mamilos
demonstrar todo o meu desejo
até evaporar-te o suor.
Beber de tua fome carnal
e saciar a minha chama
até que ela se apague
num incêndio incontrolável
em minha cama.
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