Sou eu a chama inerte
com trejeitos de parasita;
captura-me com o olhar,
preciso de teu calor.
Me prende em teu peito,
alimenta-me com teu sangue,
fira-me com teu corpo
mata-me em teu beijo.
Deixa-me, enfim, ser,
o parasita irrelevante,
a apodrecer as carniças
de teu amor.
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